
Noites de Porto Luzia: Ecos Dissonantes
Vampiro: A Máscara 5ª Edição

Vampiro: A Máscara 5ª Edição
Porto Luzia, ou, como consta nos escritos mais antigos, "Cidade da Santa". Essa alcunha existe por conta do mito fundador da cidade.
Nele, é dito que um navegador chamado Lourenço de Sá viu a imagem de uma mulher sem olhos no céu noturno:
"Busque a terra que eu abençoei em meus sonhos. Lá há de se tornar terra de cura, iluminação e um porto seguro para os rejeitados."
Impressionado pela visão, Lourenço chamou seu fiel amigo Gregor Ralas para viajar para o sul em busca dessa terra abençoada.
O mar tentou impedir o trajeto, lançando poderosas tempestades e monstros cadavéricos que mudam sua forma, mas a vontade da Santa e de Lourenço eram maiores que qualquer desafio jogado por Satã.
Após 2 anos de uma viagem impossível, a terra foi encontrada, ocupada por seguidores de demônios que sacrificavam os seus sem qualquer remorso.
Lourenço e Ralas os enfrentaram sob o pedido da Santa, que os concedeu força para destruir aquele mal.
E só então chamaram aquela terra de sua, fundando a terra com o nome da Santa, fundando Porto Luzia.

Hoje esse mito fundador da cidade se tornou isso, um mito, algo distante e não muito mais que uma curiosade para se dizer para outro Porto Luizense, talvez bandeira de um algum sub grupo reaça da cidade, ou qualquer coisa que o valha, a história recente da cidade da Santa impacta muito mais os seus habitantes.
Nos anos 80, a cidade sofreu muito com a criminalidade. Guerras de gangues, tiroteios frequentes, balas perdidas e violência policial eram eventos corriqueiros para qualquer cidadão da cidade. Isso se intensificou nos anos 90, quando surgiu uma misteriosa doença
chamada Cólera Vermelha.
Os efeitos no corpo de quem a contraía eram devastadores: a pele parecia derreter à medida que o sangue saía do corpo. Raramente alguém que contraía a doença sobrevivia por mais de um mês.
A cidade passou por uma quarentena geral. Qualquer um que morresse pela doença deveria ser imediatamente queimado. A pandemia da Cólera Vermelha persistiu de 1996 até 2000, tendo o último caso oficialmente registrado em 2001.
Após isso, a doença foi erradicada, mas hoje pouco se sabe sobre sua origem. Independentemente disso, é raro alguém da cidade não compartilhar o trauma de ter presenciado um familiar derretendo à sua frente.

Na crônica, vocês são membros recém-Abraçados, protegidos pelas asas da Camarilla, dando seus primeiros passos na sociedade vampírica de Porto Luzia.
Favores precisam ser conquistados, alianças construídas e, para aqueles com ambição o bastante, sempre existe espaço para crescer dentro da Torre.
O problema é que alguma coisa começou a dar muito errado.
Uma série de assassinatos ameaça diretamente a Máscara, e qualquer informação sobre os acontecimentos parece incoesa. Testemunhas se contradizem, pistas levam a lugares diferentes e mesmo aqueles que deveriam saber o que está acontecendo parecem trabalhar apenas com pedaços da história.
Conforme os personagens se envolvem no caso, os assassinatos começam a tocar assuntos que talvez fossem melhores deixados quietos — inclusive partes da própria história de Porto Luzia.
Em Ecos Dissonantes, descobrir a verdade pode significar prestígio, território e uma posição melhor dentro da Camarilla.
Ou pode significar descobrir que alguma coisa percebeu vocês de volta.

🎲 Sistema: Vampiro: A Máscara 5ª Edição
🌑 Crônica: Ecos Dissonantes
🏛️ Seita: Camarilla
📍 Cenário: Porto Luzia — cidade fictícia brasileira
🎭 Estilo: Horror pessoal, política vampírica, investigação e mistério
🩸 Foco: Personagens, relações, escolhas e consequências
🎧 Imersão: Trilha sonora imersiva e ambientação durante as sessões
🎬 Narração: Focada nos personagens e na construção coletiva da história
🌱 Experiência: Iniciantes são muito bem-vindos
Vampiro: A Máscara é um jogo de horror.
Então é natural que apareçam assuntos pesados durante a campanha. Violência, morte, abuso de poder, fanatismo, preconceito e outras coisas desagradáveis podem existir dentro da história.
Isso não significa que esse tipo de comportamento tenha espaço entre os jogadores.
Quero que a mesa seja um lugar confortável para todo mundo participar e interpretar sem precisar ficar preocupado se vai ser hostilizado por quem está do outro lado da chamada.
Então algumas coisas são bem simples:
Racismo, LGBTfobia, transfobia, misoginia, xenofobia, capacitismo e qualquer outra forma de discriminação contra outro jogador são absolutamente intoleráveis.
Instagram do artista da capa: @ink.shadoww
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Sim Faremos uma sessão 0 que além de discutir sobre limites e temas abordados, conversaremos sobre os temas que queremos abordar e foco narrativo, além é claro de eu ajudar com todo o processo criativo dos personagens :3
Respondido há 3 diasBoa Tarde!, vou usar o discord para as chamadas de voz e o firecast para as informações da mesa e rolagens :)
Respondido há 3 dias